A salvação que Jesus Cristo conquistou para nós não pode ser comprada com 10% mensais de seu salário...

sábado, 13 de fevereiro de 2010

A Parábola do Lápis

“... dai, pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.”



Diogo Henrique de Sá




“... dai, pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” (Mt. 22.20; Mc. 12.17; Lc. 20.25).

Esse famoso texto é usado por muitos pregadores para, sancionar a cobrança indiscriminada dos Dízimos, Ofertas e Ofertas Alçadas.

Sinceramente não sou de todo contra a coleta de dízimo e oferta já que a denominação é uma instituição sem fins lucrativos ela não tem como se manter. Como pagar aluguel, água, luz, e etc?

A contribuição na verdade é um modo legítimo de garantir a manutenção do prédio onde se reúne a Igreja, nada mais justo que os crentes contribuam para preservar o local onde eles se reúnem. O Problema não é a contribuição em si, mas a importância exacerbada dada a ela, e o uso ilegítimo dos recursos por parte daqueles que deveriam utilizá-lo de maneira reverente, pois se trata dos recursos da própria Igreja (da Noiva) e não do líder Eclesiástico.

Mas... Voltando ao texto... Muitos pregadores, ao discorrerem sobre a passagem a cima, concordam em afirmar o seguinte: “Nós devemos pagar os nossos impostos, sem esquecer nunca dos dízimos e ofertas. Pois dar a César é pagar os impostos, e dar a Deus é pagar o dízimo”.

No entanto, se analisarmos esta passagem exegeticamente, não poderemos nunca, permitir este tipo de interpretação. Ao observarmos atentamente a passagem não vemos, em nenhum momento, qualquer dos evangelistas relacionando esta afirmação de Jesus a prática de ofertar ou dizimar, para ser mais exato a única exceção é Marcos que na altura do versículo 41 vai falar sobre a oferta da viúva, mas mesmo João Marcos não associa este episódio a declaração de cristo nos versos anteriores.

A declaração de Jesus, tema da nossa apreciação, está inserida em um contexto de várias tentativas dos grupos religiosos em tentarem pegar Jesus em alguma contradição, para assim tirar-lhe a confiabilidade. Como sabemos foi inútil e mais serviu para aumentar a credibilidade que Ele tinha e para desmoralizar os religiosos de sua época. A discussão que culmina naquela afirmação de Jesus está inserida neste ínterim. Os fariseus unidos com os herodianos se achegam ao Senhor com bajulações e soltam a questão: “É lícito pagar os impostos cobrados por Roma?”. Como Jesus, que não era bobo nem nada, percebeu que as palavras lisonjeiras eram uma artimanha para tentar ludibriá-lo. Acabou com a questão: “Me mostrem a moeda, de quem é esta cara estampada na moeda?” Os inquisidores responderam de pronto: “De César.” Então Jesus conclui com uma das lições mais profundas que só poderíamos receber Dele mesmo: Daí, pois a César o que é dele, daí portanto a Deus o que lhe pertence (estou parafraseando).

Agora faço minha as palavras de Jesus. Olhem para as cédulas de dinheiro e as moedas que você tem. De quem é este brasão? Quem atribui valor a estas cédulas? (Você responde está bem?)

Agora usando o raciocínio de Jesus, o que existe neste universo que possui estampada a imagem do Deus onipotente? O que Deus criou que possui a sua marca e que pra ele possui valor?

A Resposta: O ser humano.

Deus não precisa de dinheiro, tudo é Dele. Ele não quer seu dinheiro, daí a Deus o que é dele. E o que ele quer é uma oferta da sua vida. Daí a Ele aquilo que possui Sua marca registrada. Pois é isso que ele quer.

Quer agradar à Deus? Dê-lhe uma oferta que Ele possa aceitar. Entregue sua vida incondicionalmente à Ele!


Publicado em Bereianos

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Confissões de Lúcifer.


*Depois
de 6.000 anos* vagueando pela Terra, aprendi muito da natureza humana,
suas fraquezas, virtudes e desejos mais secretos. Sei que minha causa
foi derrotada; mas trabalho freneticamente para levar comigo o maior
número possível de pessoas, pois sei que pouco tempo me resta [1].
*Não é fácil* a vida de um adversário do Todo Poderoso, principalmente
porque Ele conta com um exército fiel espalhado pelo mundo inteiro que
com suas orações produzem uma reviravolta em todo mal que intento.
Felizmente são poucos os que oram de verdade: a maioria está mais
preocupada consigo mesma; outros começam bem, me incomodam, mas logo
desistem, pois não têm perseverança.
*Fico admirado* com o fascínio que exerço sobre alguns que falam mais de
mim que de Deus. Rio muito quando eles tentam me amarrar, e dizem que
naquela cidade eu não entro mais. Pois acaba a oração e eu continuo
fazendo as mesmas estripulias. O que esses não entendem é que não devem
lutar contra mim, mas buscar Aquele que tem mais poder que eu. Quando eu
quase destruí a vida de Jó, ele não me dirigiu uma palavra sequer, mas
dizia o tempo todo que sua causa estava diante de Deus, e que o seu
Redentor vive. Quando humilhei Paulo colocando-lhe um espinho na carne,
ele não tentou me acorrentar, mas apresentou sua fraqueza a Deus, que
lhe deu vitória. Sinceramente, com gente assim não dá pra lutar!
*Tenho prazer especial* em atormentar os que ficam preocupados comigo o
dia todo. Eles dizem que me vêem em todos os lugares, até onde eu nem
estou…. é muito engraçado. Com tais eu nem me previno, pois sei que são
inseguros da fé que dizem possuir. Fazem parte daquele grupo que me faz
uma boa propaganda pois julgam que possuo mais poder do que tenho, e que
fiz coisas que nada tive a ver. Na verdade, sou um pobre diabo,
condenado e derrotado, mas da forma que falam, é como seu fosse
onisciente e onipotente. Será que eles não sabem que eu não posso fazer
absolutamente nada sem a permissão do Todo Poderoso? Ah, se não fosse
por Ele... mas tudo bem, a propaganda é a alma do negócio.
*Sou acusado* de tirar gente da igreja. É mentira! Eles saem por seus
próprios interesses. Não fui eu quem instigou o filho pródigo a sair de
casa [2] e Demas abandonou Paulo porque amou mais o mundo do que a Deus [3].
*Não quero tirar ninguém da igreja,* pelo contrário. Quero deixá-los lá,
pois farei de tudo para que sejam frios, apáticos, que briguem por
bobagem, que se dividam, e façam panelinhas. No que depender de mim
farei com que tenham uma vida tão miserável, que quando forem
evangelizar ninguém vai querer ser igual a eles. Outra estratégia que
uso muito é a de fazer com que os valores da igreja se pareçam cada vez
mais com o mundo, pois assim quando as pessoas passarem a freqüentá-la,
elas não precisarão mudar, e continuarão fazendo as mesmas coisas de
antes. Não é genial?
*Adoro soprar mentiras* nos ouvidos das pessoas, afinal quero fazer jus
ao meu nome de “pai da mentira”. É, eu digo-lhes que são como gafanhotos
e eles acreditam, digo-lhes que são uns derrotados e eles nem se
levantam da cama, digo-lhes que Deus não os perdoou por tal e tal pecado
e eles ficam cheios de culpa.
*Confesso* também que sinto um enorme prazer em oprimir os que se
recusam a perdoar, pois recebi carta branca do Todo Poderoso para
atormentá-los com toda sorte de espíritos malignos [4], dos quais eu sou
o principal. E não ponham a culpa em mim: só posso fazer isso se o
cristão recusar a perdoar, pois quando ele perdoa é horrível a sensação
de paz daquele coração, e eu saio correndo dali.
*Acho muito engraçado* quando usam sal grosso contra mim. Nem ligo.
Agora, o que eu temo mesmo é uma vida santificada. Contra um discípulo
santificado, fiel e que tem a Palavra guardada no coração, desse eu fujo
[5].
*Como minha hora se aproxima,* eu estou trabalhando num projeto
grandioso. É uma estratégia tão ardilosa que poucos a percebem. Todos
buscam uma divindade para adorar, por isso eu estou dando “deus” para
todos os gostos. Eu estou enchendo o mundo de “deus” para que eles
fiquem tão confundidos que não saibam quem é o verdadeiro. Cada um pode
ter o seu, do jeito que quiser. Vocês não imaginam como o povo gosta de
novidades! Tenho queimado as pestanas inventando sacrifícios, rituais,
levantando líderes que falam de Jesus, mas são meus. Adoro ventos de
doutrinas, porque os meninos na fé acreditam em tudo.
*O meu objetivo?* Confundi-los e fazê-los imaginar que estão servindo a
Deus. Agora, eu não aceito levar a culpa de tudo sozinho – eu só dou o
que eles querem. Eles gostam do brilho, buscam glória para si, crêem em
todas as formas de misticismo... eu nunca imaginei que esse povo
gostasse tanto de ídolos. Séculos atrás lhes dei um bezerro de ouro, mas
agora eles querem ídolos que cantam, que pregam, que profetizam….
*Muitos falam que eu sou feio,* e até pintam quadros horríveis dizendo
que eu tenho chifres, pêlos e cara de bode. Desde a minha criação sou
muito vaidoso e jamais aceitaria ser desta forma. Se vocês ouvissem
aquele tal Paulo saberiam como eu sou de verdade – sempre fui um anjo de
luz, fala mansa, voz agradável, boa aparência e muito convincente [6].
Felizmente poucos me reconhecem.
*Para terminar,* eu quero dizer a todos que não sou ateu. Eu creio e
tremo diante de Deus [7]. Mas não consigo me submeter. Submissão
significa obediência, e eu não quero ser servo. Aliás, tem muita gente
que também crê em Deus, freqüenta igreja, pratica atos religiosos, e é
dessa mesma opinião.

Pr. Daniel Rocha

Notas/referências bíblicas:
[1] Apocalipse 12.12
[2] Lucas 15.12
[3] 2 Timóteo 4.10
[4] Mateus 18.34-35
[5] Tiago 4.7
[6] 2 Corintios 11.14
[7] Tiago 2.19

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A Verdade sobre Aborto

Este video tem um conteúdo visual muito chocante e pesado. O pior é que este conteúdo é somente um reflexo do que ocorre diariamente a milhares de criança ao redor do mundo. O triste mesmo é de sabe que no meio supostamente Evangélico existem monstros que apoiam o aborto.

"Como podemos dizer a um homen que não mate outro se permitimos que uma mãe mate seu próprio filho?" Madre Theresa de Calcutta

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

SETE PALAVRAS

Feudalísmo Evangélico.



De pai para filho


*Há
muitos anos* assisti a um filme do diretor francês Regis Wargnier,
chamado “Eu Sou o Senhor do Castelo”. É um drama que conta as impressões
de um menino a partir da morte de sua mãe e sua solidão na grande
propriedade da família, onde ele vê o pai, a governanta, o filho dela e
outros personagens como invasores no que ele considera o seu espaço
particular, o “seu castelo”. Daí o título do filme. Um título bastante
intrigante.
*Corta para os dias atuais.* Local: qualquer jornal diário. O assunto: o
nepotismo.
Praga antiga, que desde a Roma Imperial vem empesteando a sociedade.
Recentemente vimos o senador Sarney enrolado para explicar o emprego de
funcionários fantasmas que por sinal eram parentes seus. Até namorado da
neta mamava no Senado sem nunca ter ido lá.
Já nos acostumamos a ver – e criticar duramente – principalmente no meio
político essa prática infeliz.
*Mas o que muitos ignoram,* ou se recusam a ver, é que esse costume
abominável chegou às nossas igrejas. Muitas igrejas têm-se desfiliado
das convenções nacionais exclusivamente com o propósito velado de adotar
essa prática nefanda.
*Muitos de vocês nem eram nascidos* nesse tempo. Há uns trinta anos ou
mais, a grande maioria das igrejas evangélicas deste país era organizada
em convenções. Havia a Convenção Batista Brasileira, chamada
“tradicional”, e sua dissidência, a Convenção Batista Nacional, chamada
“renovada”; mas ambas seguiam – e seguem – praticamente a mesma
organização e métodos (inclusive já há quem defenda a re-união, assunto
para outra postagem, em breve). Mas a Igreja Presbiteriana tem o seu
Concílio, as Assembléias de Deus têm a CGADB e a Conamad, e assim por
diante. Com algumas exceções, é claro, mas no geral as igrejas, que
então eram sérias e evangélicas, funcionavam com muita organização. Um
dos principais motivos era que dessa forma, a convenção geral ou
nacional era quem escalava e distribuía os pastores pelas igrejas,
fazendo um rodízio de tantos em tantos anos. Isso não deixava que eles
viessem a ser idolatrados pelo povo, e se tornassem donos de igrejas.
*Entretanto, há uns trinta anos,* aproximadamente, começaram a surgir
alguns movimentos estranhos. Algumas igrejas, principalmente as maiores
e mais influentes, começaram a alegar motivos esdrúxulos e começaram a
se desfiliar das convenções. Uma estranha coincidência é que nessa mesma
época aparece, a princípio timidamente, depois com mais ousadia, o
conceito de “cobertura”. Estranha por que não se pode entender que o
pastor titular exija que os membros fiquem sob sua “cobertura” – um
conceito por si só bastante discutível à luz das Escrituras – mas ao
mesmo tempo saia de debaixo da “cobertura” da denominação. Ou seja, a
“cobertura” só vale deles para baixo.
Mas tudo tem uma explicação, que nem sempre é clara, mas que com o tempo
acaba vindo à tona.
*O que aconteceu?* Aconteceu que aquele pastor se tornava “dono” da
igreja! Não tendo mais a quem prestar contas, não corria o risco de
“fazer um bom trabalho” e depois ser substituído, deixando o aprisco
para outro tomar conta. Agora ele era dono do redil; podia imprimir o
seu ritmo, o seu estilo, até mesmo a sua interpretação particular, ou,
como se tornou chavão, “a visão”.
Mas o efeito mais duradouro dessa mudança organizacional é de caráter
prático. Eu comecei há muitos anos a detectar esse movimento e o chamei,
na época, de feudalismo evangélico. Isso porque as igrejas não só
passaram a ter donos, mas também herdeiros! Os pastores, sabiamente, ao
perceberem que não durariam para sempre, trataram de cuidar da sucessão
do que agora era seu feudo particular – lembre-se, não estavam mais sob
a autoridade da convenção geral. Passou a ser o senhor do castelo, como
o garoto do filme, e todos os outros passam a ser vistos como invasores
em potencial daquele mundinho. E como todo senhor feudal que se preze, a
possessão passa para a próxima geração, mas sempre na mesma família! Uma
possessão vitalícia.
*
Senão
vejamos.* Faça uma breve pesquisa pelas maiores igrejas do país e verá
que os pastores titulares são, pela ordem, o pastor (ou bispo, apóstolo
etc.) Fulano de Tal; depois vem pastor Fulano de Tal Júnior, Fulano de
Tal Filho, Fulano de Tal Neto e por aí vai. Isso quando não tem a
pastora (ou bispa, ou apóstola etc.) Fulaninha de Tal, Beltranice de
Tal, ou Cicrânia de Tal. Mas é sempre o sobrenome “de Tal”, igual ao do
chefão.
*Talvez a única exceção* seja o “apóstolo” Doriel de Oliveira, cujo
filho é deputado em Brasília e se chama Rubens César Brunelli Júnior,
aquele mesmo da oração da propina. Opa, peraí? Se ele é filho do Doriel,
e se chama Júnior, por que seu primeiro nome não é Doriel?
(http://www.cl.df.gov.br/cldf/parlamentares/paginas/deputado-brunelli).
Eu hein... Se alguém souber o que houve, por favor, nos avise, para não
cometermos injustiças nem darmos informações incorretas.
Enfim, somente como exemplo, seguem algumas fotos para que vocês nos
ajudem com mais informações.
Outro aspecto que caracteriza o feudalismo evangélico é que, assim como
na
Europa
Medieval, muitas igrejas hoje tratam de produzir tudo aquilo de que
precisam para a própria subsistência.
*Começou com a venda de Bíblias* e livros evangélicos. Até aí, tudo bem,
nada contra. Mas logo surgiram lojinhas de bugigangas: chaveiros,
adesivos, camisetas, marcador, discos, cds, dvds, e agora até calcinha
tem. Virou um verdadeiro mercado persa. Se Jesus viesse visitar uma
igreja dessas, talvez usasse o bom e velho azorrague no recinto.
*Mas o feudo ia crescendo,* e logo se abandonou o velho hinário, pois
como ouvi um “pastor” justificar tal assassinato, “a linguagem é
arcaica, ultrapassada; o pessoal não entende”. Com isso, foram
suprimindo os hinos e aumentando o uso dos “corinhos” – que também
acabaram desaparecendo
com
a adoção das músicas de cds dos “levitas”. De preferência os oriundos do
próprio “ministério”. Os que têm mais recursos até se tornam conhecidos
fora das fronteiras, e são cantados nos feudos vizinhos; com o advento
da Internet, até em feudos distantes. De feudo para feudo. E nesse meio
tempo, um estudiozinho para produzir as próprias músicas. Em si, isso
não é ruim. O que não é bom é que o
custo
da produção cai, mas o preço final não... Um cd custa menos que R$5 para
ser produzido, mas vai ver o preço da venda. Se fosse para o Reino de
Deus, até daria pra engolir, mas é para o Feudo.
*Edição de livros,* a mesma coisa. O pastor escreve uma coisinha aqui,
outra ali, daqui a pouco a igreja tem sua própria editora. Mesma coisa
do estúdio, baixam-se os custos de produção, mas não o preço da venda.
Mentalidade empresarial, ora, dirão os modernos.
*
Depois,
surgiu outro malefício,* o seminário próprio. Primeiro, um cursinho
básico de especialização, de aprofundamento. Depois, com o crescimento
natural da freguesia, acaba virando um “seminário” ao gosto do patrão,
onde são enfatizadas as doutrinas que o senhor do castelo mais preza:
prosperidade, exorcismo, regressão mental, batalha espiritual...
raramente missões e evangelismo. Mais uma vez peço que você faça uma
pesquisa, como eu fiz, e dê uma olhada nas matérias oferecidas. Compare
com um seminário sério, um que seja reconhecido pelo MEC há mais de 30
anos, por exemplo.
*Outras comparações* podem ser feitas com o feudalismo, como por
exemplo, a fragmentação da unidade anterior e a auto-suficiência de cada
feudo;
a palavra do senhor do castelo é a lei suprema; a administração da
justiça própria àqueles considerados dissidentes; a formação de um
cordão de puxa-sacos e parasitas; uma tropa de choque para cegamente
defender o senhor a qualquer custo etc.
Mas, para não alongar demais a conversa, e por falar em livros, vamos
terminar tratando de mídia.
*É sem dúvida* muito importante o uso da mídia, em todas as suas
possibilidades, para a evangelização, missões, edificação pela pregação
da Palavra de Deus. Sou totalmente a favor do rádio, da TV, do cinema,
dos jornais, livros, folhetos, revistas. Internet, blogs, e-mail (sem
/spam/, por favor), twitter, torpedos, e o que mais ainda for inventado.
O que eu sou contra é o uso dessas ferramentas para promoção própria,
enriquecimento
pessoal e/ou divulgação de doutrinas particulares! Igrejas com canais de
TV? Isso era o sonho de toda uma geração de cristãos bíblicos! Resta ver
se o conteúdo presta. Programas de culinária (*ao lado*)? Programas de
moda? Transmissão ao vivo de /raves gospel/? E isso é o que vemos hoje
em canais ditos “cristãos”. Mais uma vez, felizmente, com honrosas, mas
poucas, exceções. E quando a mídia resulta mais em glorificação do feudo
e do senhor do castelo do que de Deus, aí podemos de fato desconfiar de
que quem manda é o senhor feudal, com vistas à perpetuação do seu poder.
E de sua dinastia, *PER OMNIA SAECVLA SAECVLORVM*.


Depois, quando o pessoal diz que há uma mentalidade medieval permeando
certos rincões do cristianismo atual, tem gente que reclama.


http://doa-a-quem-doer.blogspot.com/

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Cair na conversa do filho é criar um marginal.




1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar alguém com internet, som, tv, etc.


3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.


4. Confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.


5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.


6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará.. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai disse que não ganhará doce, a mãe não pode interferir.. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.


7. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.


8. Temos que produzir o máximo que podemos, pois na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio. Não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.


9. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente, pois aquela informação, de que droga faz mal, não está gerando conhecimento.


10. A gravidez é um sucesso biológico, e um fracasso sob o ponto de vista sexual.


11. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para da droga fazer uso. A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.


12. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.


13. Homem não gosta quando a mulher vem perguntar: 'E aí, como foi o seu dia?'. O dia, para o homem, já foi, e ele só falará se tiver alguma coisa relevante. Não quer relembrar todos os fatos do dia..


14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.


15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.


16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se desistir ou for mal na faculdade.


17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.


18. Mães, muitas são loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).


19. Se a mãe engolir sapos do filho, a sociedade terá que engolir os dele.


20. Videogames são um perigo. Os pais têm que explicar como é a realidade. Na vida real, não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.


21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.


22. Pai não pode explorar o filho por uma inabilidade que o próprio pai tenha. 'Filho, digite tudo isso aqui pra mim porque não sei ligar o computador'. O filho tem que ensiná-lo para aprender a ser líder.Se o filho ensina o líder (pai), então ele também será um líder. Pai tem que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível o pai pagar para falar com o filho que mora longe.


23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. Não há hierarquia. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.


24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.


25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que saber qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto que isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.


26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Tem que controlar e ensinar a gastar.

Palestra ministrada pelo Dr. Içami Tiba, Psiquiatra, em Curitiba, 23/07/08. Médico pela Faculdade de Medicina da USP. Psiquiatra pelo Hospital das Clínicas da FMUSP.. Professor-Supervisor de Psicodrama de Adolescentes pela Federação Brasileira de Psicodrama. Membro da Equipe Técnica da Associação Parceria Contra Drogas - APCD.
Membro Eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy. Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho "Via de Acesso". Professor de diversos cursos e workshops no Brasil e no Exterior.
Criou a Teoria Integração Relacional, na qual se baseiam suas consultas, workshops, palestras, livros e vídeos.
Em pesquisa realizada em março de 2004, pelo IBOPE, entre os psicólogos do Conselho Federal de Psicologia, os entrevistados colocaram o Dr. Içami Tiba como terceiro autor de referência e admiração - o primeiro nacional.

*

o 1º- lugar: Sigmund Freud;
o 2º- lugar: Gustav Jung;
o 3º- lugar: Içami Tiba.


Você não pode evitar que os problemas batam à sua porta, mas não há necessidade de oferecer-lhes uma cadeira"
(Joseph Joubert)

sábado, 23 de janeiro de 2010

Você realmente quer que Jesus volte!?!

"Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho.
Amém. Ora vem, Senhor Jesus."
Apocalipse 22:20



Jesus esta voltando. Esta frase é comum de se ouvir no meio evangélico. Mas será que realmente queremos que Ele volte? Se buscarmos a resposta no mais profundo de nosso ser a resposta será uma provavelmente muito egoísta e mundana.


A verdade é que a maioria de nós, eu também, muitas vezes se encontra plenamente satisfeito com esta presente vida. Não estamos nem um pouco ansiosos pela volta de Cristo, pelo contrario, ate queremos que Ele aproveite para fazer o que precisar antes de voltar. Ironicamente chegamos a até temer que Ele volte antes que possamos fazer isto ou aquilo...


Enquanto nos deleitamos em nossas vidas terrenas milhões de pessoas passam por coisas terríveis diariamente. Fome, peste, guerra, pobreza, etc. Sofrem num nível que nem conseguimos imaginar. E ai ficamos nós querendo que Jesus não volte logo.


Até chegamos a dizer que não queremos que Jesus volte agora devido a nossa extrema preocupação com as pobres almas que ainda não o conhecem. Porem isto não passa de uma desculpa esfarrapada que criamos com toda cara de pau que o ser humano costuma ter.


A terrível verdade é esta, que a Igreja de hoje não prega absolutamente NADA sobre a volta de Jesus, e muito menos quer que isto aconteça. Enquanto isto milhares de crianças sofrem diariamente para que nos possamos continuar a nos divertir em nossa fútil vida.


Para e se examine. Se você não esta preocupado com a volta de Jesus, é possível que ainda nem o conheça!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Religiosidade a graxa da perdição!


Tenho chegado a conclusão de que a religiosidade, até a evangélica, não serve de nada. O homem consegue tornar tudo de bom em um sistema cheio de regras e sistemas baseados em caracteristicas regionais, sociais e de determinado período na história. Foram justamente os religiosos que sempre perseguiram e perseguirão os que realmente amam a Jesus Cristo. Serão estes religiosos gospel que perseguirão a verdadeira Igreja de Jesus Cristo.


Tenho conversado com muitos de lares evangélicos que para se ter ideia nem imaginavam que Jesus nunca havia pecado pessoalmente mas que foram nossos pecados que o mataram na cruz. Simplismente achavam que sim, Jesus tinha pecado. Já muitos outros alem de desconhecerem os fundamentos do que Jesus realmente quer de nós, ainda vivem cheio de medos e pecados inconfrontados.


Não pense que ir a um prédio com uma placa na frente duas vezes por semana vá lhe garantir algo. Não imagine que dizimar e ser o líder do louvor vá lhe poupar das obrigações as quais Jesus nos chama.


Temos de acordar enquanto é tempo!!!

"Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade." Mateus 7:21-23

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Ponto Final ou Vírgula?




Hoje em dia Deus tem falado muito comigo sobre o ponto final e a vírgula. O ponto final significa o fim e a vírgula simplesmente serve para empurrar o ponto final mais para frente.

Muitas vezes em nossas vidas em determinadas questões sabemos que Deus exige um ponto final para a questão porem ao invés de a usarmos simplesmente acrescentamos uma vírgula. Esta vírgula reflecte nossa rebeldia, insubmissão e tolice. Tenho tentado tirar as vírgulas ao máximo de minha vida. O problema é que vai levar muitas borrachas para o fazer, para ser mais exacto, uma vida inteira! E você?

A vírgula também é usada quando certos líderes querem acrescentar detalhes inexistentes ao original com o objectivo de saírem na frente com seus heréticos propósitos. Hoje em dia é bem comum nesta era de apostasia ver isto. Podemos porem descansar tranquilos sabendo que no final o joio será amarrado em fardos e lançado ao fogo eterno.

Somos salvos mediante uma das atitudes de Deus mais injustas e incompriênciveis, Sua Imensa Graça! Esta parte fundamental do contrato com Ele firmado não inclui estúpidos pré-requisitos como dízimos, campanhas, intermináveis reuniões enfadonhas ou atos proféticos lunáticos. Somente o pré-requisito de uma pessoa que admite que TEM pecados de sobra e que somente o perdão obtido por Jesus na Cruz é que pode a resgatar.

Resumindo...

O ponto é um sinal de pontuação que serve para indicar o final de uma frase. Marca uma pausa absoluta.

"Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê." Romanos 10:4

A vírgula é um sinal de pontuação. Tem como função indicar uma pausa e separar membros constituintes de uma frase.

"Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema." Galatas 1:9
A vontade de Deus para sua vida contem vários PONTOS FINAIS e é nula de VÍRGULAS.
Quais as areas de sua vida onde Deus já lhe encomodou a apagar a vírgula e colocar um ponto final?

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Não quero mais ser evangélico‏!



Não estou brincando! A indignação toma conta de meu ser, pois não dá mais. Evangélico no Brasil virou sinônimo de movimento financeiro religioso, algo meio sem ética - ou totalmente se preferir - em que se rouba e depois ora pedindo perdão a Deus. O "mensalão" de Brasília revela não apenas o que há de pior na política brasileira, mas algo cheira mal na fé evangélica também (ou plagiando o filme, "Fé de mais não cheira bem"). Como é possível alguém orar e dizer que o "financiador" é uma bênção para a cidade? A verdade é que hoje a cristandade está com a síndrome de Geazi, servo do profeta Eliseu (2Reis 5:20-27). Correndo atrás dos tesouros de Naamã, a cristandade gananciosa (2Reis 5:20) mente e camufla situações para justificar seus pecados (2Reis 5:22); pior, esconde o pecado (2Reis 5:24), mostrando a hipocrisia em que vivem (2Reis 5:25). Desta vez foi a gota d'água, ver um pastor, que é deputado distrital - o que já é incoerente, pois ou é pastor ou deputado - e o presidente da Câmara, orando e pedindo a Deus pelo gestor das fraudes, chamando-o de "instrumento de bênção para nossas vidas e para a cidade". Para a cidade de Brasília eu não sei, mas parece que o gestor financeiro do mensalão foi uma "bênção" para outros.

Não é apenas isso (ou tudo isso), mas a Igreja Evangélica no Brasil virou um monstrengo, uma colcha de retalhos, que mistura "alhos com bugalhos", Bíblia com água e óleo ungido. Os pastores deixaram de ser homens de reconhecida piedade para serem executivos da fé; jogaram no lixo a orientação de Paulo para serem ministros de Cristo, que se ocupassem da leitura da Escritura, "à exortação e ao ensino" (1Timóteo 4:12,13), para serem ministros de si mesmo, onde a "escritura" agora é auto-ajuda, e a exortação e o ensino viraram barganha de promessas. Não me escandalizo mais, pois o que sinto é uma revolta contra aqueles que "seguiram pelo caminho de Caim, e por causa do lucro se lançaram no erro de Balaão..." (Judas 11).

Por isso não me chamem de "evangélico", pois este termo implicava numa atitude baseada no Evangelho de Cristo. Mas hoje isso virou um termo jocoso e maldoso. Não quero mais compactuar com pastores que vendem e compram igrejas (isso mesmo!) como se fossem propriedades privadas, investimentos financeiros lucrosos. Não quero mais saber deste evangelicalismo sem ética, sem doutrina e que está mandando milhares para o inferno. Chega deste evangelho de faz-de-conta, em que Jesus é apresentado como um "amigão", mas nunca como Senhor. Chega deste "evangelho" sem cruz, sem vergonha e mentiroso. Com certeza, Pedro está certo quando afirma pelo Espírito Santo: "... Tais homens têm prazer na luxúria à luz do dia... enganam os inconstantes e têm o coração exercitado na ganância. São malditos. Eles se desviaram, deixando o caminho reto e seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o prêmio da injustiça" (2Pedro 2:13-15).

E agora? Onde estão os apóstolos que pedem dinheiro e se envolvem com as maracutaias religiosas? Onde estão aqueles que oram pelo dinheiro sujo e pedem em nome de Deus que os abençoe? Onde estão aqueles que vendem igrejas com membros e tudo mais? Que pedem "trízimo" (não estou brincando), ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo? Onde estão os profetas com suas "profetadas" e palavras "ungidas"? Onde está a Igreja que diz proclamar em alta voz que o Brasil é do Senhor Jesus? Ouçamos Isaías: "Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem, mal; que transformam trevas em luz e luz em trevas, e ao amargo em doce, e o doce em amargo!... Por isso a ira do SENHOR acendeu-se contra o seu povo, e o SENHOR estendeu a mão contra ele e o feriu..." (Isaías 5:20,25a).

Aqui não é um julgamento. Que ninguém me venha com a falácia de "Não julgueis para não serdes julgados", pois isso é um simplismo de que se aproveitam muitos daqueles que são desonestos e usam a Bíblia para justificar suas ações. Diante da injustiça não podemos nos calar, seja ela de um evangélico ou não. Não me chamem de evangélico, pois não quero este evangelho mercadológico. Quero apenas ser cristão, quero apenas seguir a Cristo e viver para Ele.

O autor, Gilson Souto Maior Junior, é pastor sênior da Igreja Batista do Estoril e professor de Antigo Testamento e Hebraico da Faculdade Teológica Batista de Bauru - Fateo

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O que você busca?!?




O que você busca de Cristo?
Perdão pela sua vida depravada ou bênçãos materiais?
O que você busca de Cristo?
...
O que você quer de Cristo?
Redenção ou uma casa de um milhão?
O que você quer de Cristo?
...
O que você pode dar para Cristo?
Seus pecados ou suas "grandes" obras?
O que você pode dar para Cristo?
...
O que você busca, quer ou pode dar para Cristo,
É simplesmente se livrar daquilo que pode sua vida ceifar.
Mas o que Cristo busca, quer e pode te dar é algo que você nem consegue imaginar!

"Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam." Isaias 64:6

sábado, 9 de janeiro de 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Alegria de Ter o Suficiente


Por Robert D. Foster

Um conhecido psicólogo, especializado em aconselhamento financeiro, disse que com o declínio da fortuna de seus clientes, sua clínica prosperou. Ele declarou estar mais ocupado do que jamais esteve em 30 anos. Ele afirma que as pessoas ricas nunca estiveram tão alarmadas: “Elas acreditam que essa recessão é semi-permanente”. Pesquisas indicam que dinheiro e situação econômica lideram a lista dos fatores que provocam estresse, para 8 entre cada 10 pessoas, no mundo ocidental, e os mais ricos não estão imunes.

O escritor Richard Peterson fala a respeito de um cliente, “cuja fortuna, antes estimada em U$ 400 milhões, hoje vale U$ 200 milhões! Pelo seu comportamento, você poderia pensar que se trata de alguém prestes a se tornar um morador de rua, uma sucata da sociedade. Está aborrecido por não poder mais manter seu jatinho privado. Está à beira da devastação, porque agora terá de voar de primeira classe em vôos comerciais!” O lema que prevalece no mercado de trabalho do século XXI parece ser: “Vida, liberdade e busca de apenas um pouquinho mais”.

Compare essa filosofia com a convicção fundamentada na Bíblia:“Vocês são bem-aventurados quando estão satisfeitos em ser exatamente quem são – nem mais, nem menos. Neste momento vocês descobrem que são orgulhosos possuidores de tudo aquilo que não pode ser comprado” (Mateus 5.5 – tradução livre).

Um rico empresário da Avenida Madison, em New York, caminhava ao longo da praia de uma comunidade litorânea em suas férias. O CEO notou um pescador ocioso, sentado ao lado de seu barco, sua pele bronzeada e curtida pelo sol, vento e água do mar. Ele parecia não ter pressa para fazer coisa alguma. Curioso com a falta de atividade do pescador, o empresário perguntou-lhe:

- Por que você não está pescando?

- Porque já peguei peixes suficientes para o dia de hoje - respondeu o pescador.

- Por que você não pesca mais do que precisa? - perguntou o empresário.

- O que eu faria com o excedente?

- Você poderia ganhar mais dinheiro e comprar um barco melhor; com isso, poderia ir mais longe mar a dentro, pegar peixes maiores, comprar redes de nylon e ganhar mais dinheiro. Em breve poderia ter uma frota de barcos e ficar rico como eu.

O pescador ficou pensativo e depois perguntou: - E depois, o que eu faria?

- Você poderia descansar e desfrutar da vida.

- E o que você acha que eu estou fazendo agora? - respondeu o sábio pescador.

Querer mais, mais e mais! Nos principais centros de negócios do mundo, a atitude dominante parece ser: “Mais dinheiro, mais coisas, mais status!” Esse é um círculo implacável, sem fim, que gera cobiça e descontentamento, bem como úlceras e ataque cardíaco.

Podemos comparar esse ponto de vista com a perspectiva oferecida pelo apóstolo Paulo: “Aprendi a estar satisfeito em qualquer circunstância” (Filipenses 4.11 – tradução livre).

A arte de viver


Ricardo Gondin

Definitivamente viver não é fácil. Basta observar as fatalidades que poluem as estradas da história. Milhões morreram sem conseguir aprimorar-se na difícil arte de existir. A vida muitas vezes é áspera, arriscada e sempre perigosa. A toada inclemente do tempo, a tensão de ter que conviver com pessoas impiedosas, o peso de ter que decidir entre o certo e o errado exigem cuidados extremos. Não basta viver -- é preciso viver bem e para isso é necessário concentração, bom siso e uma pitada de humildade.

A arte de viver requer que se rompam os confinamentos. Toda marginalização ou reclusão imposta é nitroglicerina que detona a alma e forma abismos que sorvem a alegria de viver. No ventre da história conturbada e triste do século 21, somente artistas e poetas conseguiram recuperar o verbo coexistir de sua insignificante função. Antigamente coexistir descrevia a tolerância como mero dever. Os civilizados precisavam de resignação para aguentar o próximo. De repente, coexistir passou a significar a beleza de reconhecer a dignidade dos que pensam diferente, transmitindo a ideia de que ninguém será discriminado, diminuído ou marginalizado por causa de sua fé, cor da pele ou ideologia política.

As diferentes cosmovisões possuem valor idêntico. Na boca dos poetas, as expectativas dos profetas por um mundo sem cadeias de absolutismo já começaram a acontecer. Eles intuem que em breve a humanidade não suportará racismos, ódios e desprezos sociais. Um dia, os campos de batalha serão arados e semeados com amor para que nunca mais se confunda o choro de crianças com os hinos marciais.

A arte de viver requer que se ame a poesia. Só ela pode apagar o ódio. Os poetas se unirão a homens e mulheres de boa vontade para soterrar os charcos da maldade com benignidade e beleza. Estes serão chamados filhos de Deus, pois carregam o antídoto capaz de salvar o mundo. Nervos gripados de vingança e olhos enrubescidos de brutalidade se confrontarão com a singeleza da palavra, mas a ternura triunfará -- quem tem ouvidos para ouvir, ouça.

A arte de viver requer que sempre se opte pela simplicidade, porque a vida verdadeira se esconde na realidade mais frágil. Os que se encantam com as sofisticações não conseguem enxergar a beleza que mora nas coisas efêmeras; só o insubstancial é eterno. É necessário um olhar singelo para perceber a graça que há no comum. Os pobres de espírito entrarão nos átrios sagrados de Deus. Os puros de coração perceberão na bruma silenciosa a voz do Espírito.

A arte de viver requer integridade. Uma vida abundante precisa juntar os fragmentos da alma para viver com uma santidade não restrita à obediência religiosa ou ao cumprimento de mandamentos moralistas. Não basta resignar-se. Santidade é plenitude do ser, do ser-homem, do ser-mulher. Só os verdadeiramente santos eternizam os instantes para, inteiros, saborearem as chances fugazes de felicidade.

A arte de viver requer respeito aos ciclos da vida. As estações se alternam do verão ao inverno, da primavera ao outono, e quem não experimenta cada tempo com suas peculiaridades acaba adoecendo. No tempo de nascer faz-se festa, no de morrer lamento; no tempo de plantar semeia-se esperança, no de colher o que foi plantado lida-se com a derrota; no tempo de matar se aprende a dizer adeus, no de sarar o poder do perdão; no tempo de demolir se despede da onipotência, no de construir adquire-se fé na ressurreição; no tempo de chorar se convive com a fraqueza, no de rir com a força da alegria; no tempo da guerra se percebe o perigo da perversidade, no da paz a felicidade da sabedoria.

A arte de viver requer sensibilidade transcendental. Contentar-se com os horizontes do mundo material e imanente significa abrir mão da vida eterna. Os seres humanos nasceram com sede pelo que está além do céu, além da última galáxia, além do tempo Pulsa no coração humano a litania que repete: “Por que te escondes, Senhor?”. Tudo passa. Todas as emoções perdem o encanto. Todos os prazeres são provisórios, mas a sede pelo divino permanece. Quem beber de um gole d’água da vida, quem receber uma visitação do Espírito e quem ouvir uma só palavra do Cordeiro de Deus, jamais se contentará com o brilho deste mundo.

A difícil arte de viver não aceita procrastinação. Quem deseja experimentar o céu e evitar o inferno deve começar já, antes que se rompa o fio de prata.

PESCARIA INESQUECÍVEL




“Instrui o menino no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.” (Provérbios 22:6 AA)

Ele tinha onze anos e, a cada oportunidade que surgia, ia pescar no cais próximo ao chalé da família, numa ilha que ficava em meio a um lago. A temporada de pesca só começaria no dia seguinte, mas pai e filho saíram no fim da tarde para pegar apenas peixes cuja captura estava liberada.

O menino amarrou uma isca e começou a praticar arremessos, provocando ondulações coloridas na água. Logo elas se tornaram prateadas pelo efeito da lua nascendo sobre o lago.

Quando o caniço vergou, ele soube que havia algo enorme do outro lado da linha. O pai olhava com admiração, enquanto o garoto habilmente, e com muito cuidado, erguia o peixe exausto da água. Era o maior que já tinha visto, porém sua pesca só era permitida na temporada. O garoto e o pai olharam para o peixe, tão bonito, as guelras movendo para trás e para frente. O pai, então, acendeu um fósforo e olhou para o relógio. Pouco mais de dez da noite… Ainda faltavam quase duas horas para a abertura da temporada. Em seguida, olhou para o peixe e depois para o menino, dizendo:

- Você tem que devolvê-lo, filho!

- Mas, papai, reclamou o menino.

- Vai aparecer outro, insistiu o pai.

- Não tão grande quanto este, choramingou a criança.

O garoto olhou à volta do lago. Não havia outros pescadores ou embarcações a vista. Voltou novamente o olhar para o pai. Mesmo sem ninguém por perto, sabia, pela firmeza em sua voz, que a decisão era inegociável! Devagar, tirou o anzol da boca do enorme peixe e o devolveu à água escura. O peixe movimentou rapidamente o corpo e desapareceu.

Naquele momento, o menino teve certeza de que jamais pegaria um peixe tão grande quanto aquele. Isso aconteceu há mais de 30 anos… Hoje, o garoto é um arquiteto bem-sucedido. O chalé continua lá, na ilha em meio ao lago, e ele leva seus filhos para pescar no mesmo cais. Sua intuição estava correta. Nunca mais conseguiu pescar um peixe tão maravilhoso como o daquela noite.

Porém, sempre vê o imenso peixe toda as vezes que depara com uma questão ética. Porque, como o pai lhe ensinou, a ética é simplesmente uma questão de CERTO e ERRADO.

Agir corretamente, quando se está sendo observado, é uma coisa. A ética, porém, está em agir corretamente quando ninguém está nos observando. Esta conduta reta só é possível quando, desde criança, aprendeu-se a devolver o PEIXE À ÁGUA.

A boa educação é como uma moeda de ouro. TEM VALOR EM TODA PARTE!

- Extraído de "Histórias para Aquecer o Coração dos Pais", Jack Canfield e Mark Victor Hansen, Editora Sextante.

“Senhor, ajuda-me a ser exemplo para meus filhos e para esta geração que está aí sem referenciais de integridade.”

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Aborto = Assasinato




No meio Gospel de hoje em dia até o aborto esta sendo aceito com mais naturalidade. Com a queda da fidelidade do casamento e a ascensão dos homossexuais e lésbicas no meio gospel, o aborto vem sendo aceito mais e mais por supostos ministros da fé. Fé esta que só pode mesmo ser em Satanás pois estes malditos aprovam o assassinato de milhões de inocentes todos os anos!
Leia o discurso abaixo por Madre Teresa de Calcutá sem ser um racista religioso, que acha que só que vai a igreja todo domingo e dizima todo mês é que vai para o céu!

Discurso proferido no dia 3 de Fevereiro de 1994

(...) "Eu sinto que o grande destruidor da paz hoje é o aborto, porque é uma guerra contra a criança, uma matança direta de crianças inocentes, assassinadas pela própria mãe.

E se nós aceitamos que uma mãe pode matar até mesmo seu próprio filho, como é que nós podemos dizer às outras pessoas para não se matarem? Como é que nós persuadimos uma mulher a não fazer o aborto? Como sempre, nós devemos persuadi-la com amor e nós devemos nos lembrar que amor significa estar disposto a doar-se até que machuque. Jesus deu Sua vida por amor de nós. Assim, a mãe que pensa em abortar, deve ser ajudada a amar, ou seja, a doar-se até que machuque seus planos, ou seu tempo livre, para respeitar a vida de seu filho. O pai desta criança, quem quer que ele seja, deve também doar-se até que machuque.

Através do aborto, a mãe não aprende a amar, mas mata seu próprio filho para resolver seus problemas.

E, através do aborto, diz-se ao pai que ele não tem que ter nenhuma responsabilidade pela criança que ele trouxe ao mundo. Este pai provavelmente vai colocar outras mulheres na mesma situação. Logo, o aborto apenas traz mais aborto.

Qualquer país que aceite o aborto não está ensinando o seu povo a amar, mas a usar de qualquer violência para conseguir o que se quer. É por isso que o maior destruidor do amor e da paz é o aborto.

Muitas pessoas são muito, muito preocupadas com as crianças da Índia, com as crianças da África onde muitas delas morrem de fome, etc. Muitas pessoas também são preocupadas com toda a violência nos Estados Unidos. Estas preocupações são muito boas. Mas freqüentemente estas mesmas pessoas não estão preocupadas com os milhões que estão sendo mortos pela decisão deliberada de suas próprias mães. E isto é que é o maior destruidor da paz hoje - o aborto que coloca as pessoas em tal cegueira.

E por causa disto eu apelo na Índia e apelo em todo lugar - "Vamos resgatar a criança." A criança é o dom de Deus para a família. Cada criança é criada `a imagem e semelhança de Deus para grandes coisas - para amar e ser amada. Neste ano da família nós devemos trazer a criança de volta ao centro de nosso cuidado e preocupação. Esta é a única maneira pela qual nosso mundo pode sobreviver porque nossas crianças são a única esperança do futuro. Quando as pessoas mais velhas são chamadas para Deus, somente seus filhos podem tomar seus lugares.

Mas o que Deus diz para nós? Ele diz: "Mesmo se a mãe se esquecer de seu filho, Eu jamais te esquecerei. Eu gravei seu nome na palma de minha mão." (Is 49). Nós estamos gravados na palma da mão de Deus; aquela criança que ainda não nasceu está gravada na mão de Deus desde a concepção e é chamada por Deus a amar e ser amada, não somente nesta vida, mas para sempre. Deus jamais se esquece de nós.

Eu vou lhe contar uma coisa bonita. Nós estamos lutando contra o aborto pela adoção - tomando conta da mãe e da adoção de seu bebê. Nós temos salvo milhares de vidas. Nós mandamos a mensagem para as clínicas, para os hospitais e estações policiais: "Por favor não destrua a criança, nós ficaremos com ela." Nós sempre temos alguém para dizer para as mães em dificuldade: "Venha, nós tomaremos conta de você, nós conseguiremos um lar para seu filho". E nós temos uma enorme demanda de casais que não podem ter um filho - mas eu nunca dou uma criança para um casal que tenha feito algo para não ter um filho. Jesus disse: "Aquele que recebe uma criança em meu nome, a mim recebe." Ao adotar uma criança, estes casais recebem Jesus mas, ao abortar uma criança, um casal se recusa a receber Jesus.

Por favor não mate a criança. Eu quero a criança. Por favor me dê a criança. Eu estou disposta a aceitar qualquer criança que estiver para ser abortada e dar esta criança a um casal que irá amar a criança e ser amado por ela.

Só de nosso lar de crianças em Calcutá, nós salvamos mais de 3000 crianças do aborto. Estas crianças trouxeram tanto amor e alegria para seus pais adotivos e crescem tão cheias de amor e de alegria.

Eu sei que os casais têm que planejar sua família e para isto existe o planejamento familiar natural.

A forma de planejar a família é o planejamento familiar natural, não a contracepção.

Ao destruir o poder de dar a vida, através da contracepção, um marido ou esposa está fazendo algo para si mesmo. Atrai a atenção para si e assim destrói o dom do amor nele ou nela. Ao amar, o marido e mulher devem voltar a atenção entre si como acontece no planejamento familiar natural, e não para si mesmo, como acontece na contracepção. Uma vez que o amor vivo é destruído pela contracepção, facilmente segue-se o aborto.

Eu sei também que existem enormes problemas no mundo - que muitos esposos não se amam o suficiente para praticar o planejamento familiar natural. Nós não temos condições de resolver todos os problemas do mundo, mas não vamos trazer o pior problema de todos, que é a destruição do amor. E isto é o que acontece quando dizemos às pessoas para praticarem a contracepção e o aborto.

Os pobres são grandes pessoas. Eles podem nos ensinar tantas coisas belas. Uma vez uma delas veio nos agradecer por ensinar-lhe o planejamento familiar natural e disse: "Vocês que praticam a castidade, vocês são as melhores pessoas para nos ensinar o planejamento familiar natural porque não é nada mais que um auto-controle por amor de um ao outro." E o que esta pobre pessoa disse é a pura verdade. Estas pessoas pobres talvez não tenham algo para comer, talvez não tenham uma casa para morar, mas eles ainda podem ser ótimas pessoas quando são espiritualmente ricos.

Quando eu tiro uma pessoa da rua, faminta, eu dou-lhe um prato de arroz, um pedaço de pão. Mas uma pessoa que é excluída, que se sente não desejada, mal amada, aterrorizada, a pessoa que foi colocada para fora da sociedade - esta pobreza espiritual é muito mais difícil de vencer. E o aborto, que com freqüência vem da contracepção, faz uma pessoa se tornar pobre espiritualmente, e esta é a pior pobreza e a mais difícil de vencer.

Nós não somos assistentes sociais. Nós podemos estar fazendo trabalho de assistência social aos olhos de algumas pessoas, mas nós devemos ser contemplativas no coração do mundo. Pois estamos tocando no corpo de Cristo e estamos sempre em Sua presença.

Você também deve trazer esta presença de Deus para sua família, pois a família que reza unida, permanece unida.

Existe tanto ódio, tanta miséria, e nós com nossas orações, com nosso sacrifício, estamos começando em casa. O amor começa em casa, e não se trata do quanto nós fazemos, mas quanto amor colocamos naquilo que fazemos.

Se somos contemplativas no coração do mundo com todos os seus problemas, estes problemas jamais podem nos desencorajar. Nós devemos nos lembrar o que Deus fala na Escritura: "Mesmo se a mãe esquecer-se do filho que amamenta - algo impossível, mesmo se ela o esquecesse - Eu não te esqueceria nunca."

E aqui estou eu falando com vocês. Eu desejo que vocês encontrem os pobres daqui, na sua própria casa primeiro. E comece a amar ali. Seja a boa nova para o seu próprio povo primeiro. E descubra sobre o seu vizinho ao lado. Você sabe quem são eles?

Deus jamais nos esquecerá e sempre existe algo que você e eu podemos fazer. Nós podemos manter a alegria do amor de Jesus em nossos corações, e partilhar esta alegria com todos aqueles de quem nos aproximarmos.

Vamos insistir que - cada criança não seja indesejada, mal amada, mal cuidada, ou morta e jogada fora. E doe-se até que machuque - com um sorriso.

Porque eu falo muito sobre doar-se com um sorriso nos lábios, uma vez um professor dos Estados Unidos me perguntou: "Você é casada?" E eu disse: "Sim, e algumas vezes eu acho difícil sorrir para meu esposo, Jesus, porque Ele pode ser muito exigente - algumas vezes." Isto é mesmo algo verdadeiro.

E é aí que entra o amor - quando exige de nós, e ainda assim podemos dar com alegria.

Se nos lembrarmos que Deus nos ama, e que nós podemos amar os outros como Ele nos ama, então a América pode se tornar um sinal de paz para o mundo.

Daqui deve sair para o mundo, um sinal de cuidado para o mais fraco dos fracos - a futura criança. Se vocês se tornarem uma luz ardente de justiça e paz no mundo, então vocês serão verdadeiramente aquilo pelo qual os fundadores deste país lutaram. Deus vos abençoe!"


Madre Teresa de Calcutá